“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.
Fernando Pessoa
Essa frase deFernando Pessoaretrata bem o importante momento pelo qual estamos passando.
Intenso. Inexplicável. Incomparável. Assim foi esse tempo em que estivemos unidos. Um período no qual descobrimos o mundo: brincamos, aprendemos, sorrimos… Juntos, alunos, pais e professores, vivem intensamente muitos momentos alegres, produtivos, positivos e inesquecíveis. Momentos esses que, sabemos, permanecerão em nossas vidas, como uma marca muito agradável em nossos corações.
Somos sinceramente gratos.
Ah, as amizades… Essas, não precisamos nem comentar, pois sem dúvida são sinceras, repletas de carinho e dedicação. E a todos esses queridos amigos com quem não conviveremos mais diariamente nessa nova fase da vida, só temos a dizer muito obrigado.
Para finalizar, gostaríamos de enfatizar que esse momento não é um momento de tristeza porque nos despedimos.
Essa formatura é um momento de orgulho em nossas vidas, um acontecimento feliz e inesquecível, abrilhantado por momentos de profundo contentamento, alegrias e grandes esperanças para o futuro.
Enfim chegou o dia da despedida oficial, o tempo voa!!! Ao perder ao longo de minha vida alguns amigos, seja pela distância ou por motivos que não podemos controlar e nunca mais poder dizer o quanto eles me faziam bem, resolvi nunca mais perder a oportunidade de me declarar para a vida, seja para os amigos, filhos, família ou neste caso para a escola de meus filhos. Anexo um breve relato da minha experiência no jardim da infância, para que vocês possam entender minha preocupação ao escolher uma pré-escola e o meu agradecimento ao encontrar você e sua brilhante equipe.
Beijos
PS: Como me deixei tomar pela emoção, peço desculpas caso o texto esteja confuso ou com erros de português.
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Que saudade da Tia Maria Augusta.....
Minha mãe não dirigia e por isso ia para a escola de transporte. O Tio Adão nos deixava na lojinha ao lado da escola, uma loja de animais que tinha acesso direto para a escola. Ficávamos ao redor de uma gaiola com um papagaio, e as mães que levavam seus filhos gritava o nome deles e o papagaio repetia. Lembro claramente de uma mãe que falava em cima da voz das outras:
-“ROGÉRIO”, e o papagaio repetia: “ROGÉRIO”. Acho que era por isso que não gostava do Rogério. E assim acontecia com todos os amiguinhos que iam acompanhados de suas mães ou com os mais desinibidos que nem precisavam da mamãe para fazer o papagaio repetir o seu próprio nome....Eu me continha em minha timidez e quando conseguia me superar a voz era tão baixinha que tão pouco o papagaio ouvia...Me recordo como se fosse hoje da Tia Maria Augusta perguntar o porque que eu estava triste, (não conseguia chorar, até para isso tinha vergonha), e ela com seu carinho tentava descobrir o que me ncomodava, até que um dia chegou alguns minutos antes na lojinha e percebeu o simples motivo....Passamos a partir de sua observação a passar mais momentos juntas, só nós duas, ela não se preocupava no resultado da cartilha e me contava longas estórias sobre o Planeta, o Folclore, sobre as diferenças, sempre me ajudando a falar sobre minhas idéias, a respeitar os outros acima de tudo, em ser ouvida pelos colegas, pedir licença, agradecer......até que um dia após todos os alunos entrarem ela me chamou na lojinha e fez o papagaio repetir O MEU NOME!!!
Nunca mais vou me esquecer da alegria que senti, sensação única de segurança, afinal quando minha mãe não estava ao meu redor alguém que ela tinha escolhido olhava por mim com o mesmo carinho, dedicação e preocupação em fazer de mim, um ser seguro, feliz.
Anos se passaram, e chegou o meu momento de escolher uma escola para meus filhos, quanta responsabilidade ao procurar uma escola, onde estará escondida a escola onde meus filhos pudessem encontrar uma “Tia Maria Augusta”.... Mas Deus foi tão bom, rezo todas as noites por ele colocar no meu caminho pessoas do bem. Ao conhecer o Kid´s Home percebi que ali era o lugar, que alegria ao ter a sensação que lá eu poderia encontrar a “Tia
Maria Augusta” e descobri, ao longo de todos estes anos que pude encontrar várias e várias “tias Maria Augustas” que me ajudaram a fazer de meus filhos seres melhores, preocupados com “conceitos positivos”, como eles mesmo dizem, e como disse o Bial: “Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.” Pois bem chegou o dia.....achava que estava tão distante mas passou tão rápido....e eu gostaria de agradecer e parabenizar a todos da equipe pelo excelente trabalho que com competência e vontade vocês fizeram.
Durante minha vida participei de várias despedidas e esta, devo confessar está sendo difícil, vou sentir saudades....das reuniões de pais, do sorriso no portão todas as manhãs, das reflexões às 6° feiras, dos ateliês, e só posso dizer agora com lágrimas nos olhos, PARABÉNS PELO TRABALHO E MUITO OBRIGADA!!!
A festa de Formatura na última sexta feira foi muito bonita, especial e marcante.
Para vocês que sempre nos enviaram textos muito bonitos e educativos, trazemos uma mensagem de outra escola, onde o Alê, irmão da Giulia estudou, a qual guardamos e é também muito tocante.
Um grande abraço a todos e nosso muito obrigado por compartilharem com a educação e crescimento de nossa pequena princesa.
Felicidades e um excelente 2010!!
Anna Paola e Eduardo
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ANTES QUE ELES CRESÇAM
Há um período em que os pois vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que os
crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros
estabanados, e crescem sem pedir licença. Crescem com uma estridência alegre e
às vezes com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os d de igual
maneira, crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal naturalidade que você sente que n pode mais trocar as fraldas
daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você nem percebeu? Cada aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e amiguinhos e o primeiro uniforme de maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência organizada e desobediência civil.
E você agora está ali, na porta da discoteca esperando que elo não apenas cresça
mas apareça. Ali estão muitos pais ao volante esperando que saiam esfuziantes
sobre seus patins e cabelos soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o
uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda e o moletom amarrado na cintura quase caindo: Está quente, achamos que vai estragar o moletom, mas não
tem jeito, é o emblema da geração
Pois ali estamos, com os cabelos ficando esbranquiçados. Esses s os filhos que conseguimos gerar apesar dos golpes dos ventos, das colheitas dos notícias e das ditaduras das horas. E eles cresceram meio amestrados, observando nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das danceterias e festas. Passou o tempo do ballet, do judô, do inglês e da natação Saíram do banco de trás e passaram para a volante de suas
próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama com eles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos
ensurdecedores. 5erá que não os levamos suficientemente ao bendito Playcenter e ao shopping, será que não lhes demos hambúrgueres e cocos, será que não lhes
compramos todos os sorvetes e roupas merecidas? Talvez sim, mas será que dissemos a eles que os amávamos e o quanto eles eram importantes para nós?
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo nosso afeto. No princípio subiam a serro ou iam à cosa de praia entre embrulhos bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos. Sim, havia os brigas dentro do carro, os disputas pelo janela, pedidos de chicletes e sanduíches sem falar nas cantorias no banco de trás. Depois chegou a idade em que viajar com os pois se tornou um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os primeiros namorados. Os pais
ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas de
repente morriam de saudade “pestinhas”.
Os filhos crescem. E os pois também. Essa separação não é perda, é
desdobramento. Como as árvores que necessitam de distancia para poder expandir
seus galhos sem se engalfinhar num emaranhado de ramos e raízes que acabam
enfraquecendo-se mutuamente, filhos necessitam se afastar para ter a real
dimensão de si mesmos e de seus pais. E à distância,
paradoxalmente. podem acabar se sentindo mais ligados e amados do que nunca.
São ciclos de vida. E cada ciclo deve S vivido intensamente. As mudanças,
embora difíceis, quando assumidas sadiamente, são um momento de enriquecimento
da vida.
Texto baseado nas crônicas de
Affonso Romano de $ant’Anna
...ainda é tempo.
Olhe nos olhos.
Deixe o sorriso acontecer
Sente-se bem perto e deixe-se ficar
Dè um pouco de calor do seu sentimento.
Ouça uma história ou muitas, com atenção.
Converse sério ou fiado.
Dê um beijo. Um abraço. Não conte o tempo de se dar.
Eu já faço parte da geração que não usa a caligrafia, por isso escrevo através deste email.
Eu, no momento que a Diretora Regina contou a respeito da carta que escreve todas as semanas, tracei um paralelo com a atual vida digital e por isso peço desculpas, porque eu também penso que o email torna tudo muito impessoal.
O problema é que a minha letra é tão ruim, que nem um farmacêutico com 40 anos de experiência conseguiria ler. Eu sou o canhoto que por causa de velhos paradigmas foi obrigado a escrever com a mão direita e hoje eu fiquei muito contente e esperançoso, porque tive a certeza que meu filho não será vitima de nenhuma destas antigas e ridículas crenças.
Eu quero agradecer o convite e parabenizar pela excelente palestra “amar se aprender amando”. O fato é que eu e a Cristiane estamos muito contentes pela alegria e pela nítida evolução do Joaquim. Desde que ele começou frequentar a “festa” - como ele mesmo define a escola – ele descobriu um mundo inteiramente novo e esta adorando esta nova fase da vida dele. Ele sempre foi muito alegre, mas neste ultimo mês ele esta radiante e isso nos da a certeza que ele encontrou o seu lugar.
A palestra enfatizou em como cada criança é única e sendo única, ela construirá seu próprio mundo e é por isso, que agradeço em meu nome e em nome da Cristiane a “pedra fundamental” que vocês estão oferecendo ao Joaquim.
"Os exemplos corrigem melhor do que as reprimendas." Voltaire.
Eu hoje saí deste nova Home do Joaquim inspirado e tenho certeza que é assim que ele se sente todos os dias.
Gostaria de parabenizá-las pela organização da reunião e principalmente pela clareza no planejamento dos temas que serão tratados no decorrer do período.
Ontem eu fiquei impressionado quando o Erick nos disse que quando ele crescer haverá falta de água no mundo e possivelmente ele não terá água para beber e nem para nadar na piscina .
Outra coisa que nos impressionou muito foi o fato dele estar reclamando pela existência do idioma inglês (imagino que seja uma fase de adaptação) e logo em seguida a Else não se lembrava como falar “mais ou menos” em Inglês. Qual não foi nossa surpresa, o Erick disse sem pensar: é “more or less” mãe.
faz tempo que a gente não se vê e nem se fala, espero que esteja
tudo bem!!
Estou super feliz com o Vitor depois das férias. Ele ficou mais maduro, está mais seguro e vai para a escola no maior sossego. Não fala que não quer ir e sempre vai entrando sem me falar tchau, de tanta pressa. Eu tenho que chamá-lo e pedir um beijão. Estou super feliz...Demorou, mais valeu a pena...
Regina eu gostaria que você me explicasse como é a brincadeira que vocês fazem de esconder algo dentro de uma caixa para que as crianças descubram o que é. Me parece que a caixa é sorteada para que cada criança leve para casa. O Vitor tem pedido para a gente brincar disso e eu não sei muito bem qual é o procedimento e quais as perguntas a serem feitas. Você pode me ajudar?
Sei que já tivemos a festa de formatura, algumas despedidas informais, etc, mas agora é sério… hoje é o último dia de aula da Laurinha e já senti aquele vazio quando a deixei na escola de manhã.
As crianças têm tanta coisa pela frente, ainda, que saudade, lembranças, e tal, são idéias muito vagas. Mas para nós, mais crescidinhos, essas coisas são mais marcantes. Como escrevi no texto lido na festa, a horta, os animais, as pinturas, a chegada de manhã, tudo isto vai ficar registrado e eu vou sentir saudades. Agora, parece que minha filha já não é mais tão pequena (embora de certa forma ainda seja). O jardim da infância acabou… hora de aprender a ler, escrever, fazer contas e lições de casa cada vez mais complexas, de ser testada, de ampliar a convivência numa escola muito maior. Enfim, esses doces anos num lugar aconchegante, que lembrava a nossa casa, e onde já eram ensinados às crianças os fundamentos para se viver bem e em paz por dentro e por fora passaram…
É um pouco doloroso entender que um estágio no desenvolvimento dos nossos filhos acabou e que eles vão crescendo, mudando, falando e mostrando suas idéias de uma forma diferente. Que o cada dia eles amadurecem um pouquinho. Gera uma expectativa dentro da gente. Aquela expectativa de prepará-los o melhor que pudermos para desafios cada vez maiores. Mas, até nisto a Kid´s me ajudou: sei que não sou infalível, não sei tudo, mas vou sempre procurar ouvir, entender e ajudar a minha filha e corrigi-la através do exemplo.
Há uma poesia que adoro, do grande Kahlil Gibran, que diz:
“Tu és o arco do qual tuas crianças, como flechas vivas, são impulsionadas. Arqueiro, vede a marca sobre a trajetória do infinito, a ele te dobra com seupoder para que tuas flechas sigam velozes e para longe. Deixes que a flexão na mão do arqueiro seja para o contentamento e a felicidade, pois assim como Ele ama a flecha que voa, Ele ama também o arco que seja firme”
E é assim que penso: somos como arcos e nossas crianças, as flechas. Temos que fazer com que voem bem alto…
A todos vocês, um grande beijo e muito obrigada por todo esse tempo feliz para nossa família. Não é adeus! Com certeza ainda vou levar amigos meus com filhos pequenos para conhecer a escola e vou dar uma passadinha para matar as saudades!
Continuem com o excelente trabalho e que tenham todos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de coisas boas!
Adorei a reunião nunca tive dúvidas a respeito da minha escolha, mas fiquei ainda mais certa de que o lugar para onde minha filha esta indo todos os dias, pensa e faz muito de acordo com aquilo que eu acredito ser o melhor.
O propósito de formar um ser humano sensível preocupado mais em "ser" do que em "ter", valorizar as relações, a simplicidade e ser livre p/ criar e errar é a nossa realidade aqui em casa então não poderia ter escolhido melhores parceiras p/ essa missão.
Hoje sentei no PC (no meu note é mais chato abrir as fotos) e tive oportunidade de ver e rever várias fotos que vocês nos enviaram!!
Que lindo!!
Que orgulho me deu de todas vocês, desse trabalho lindo, dessa alegria estampada na cara de cada criança (e cada adulto). Viajei com o Bumba-meu-boi, adorei a horta e a cerquinha, " senti" a terra e as melecas daquela esperiência da Renata!!
Peguei cada lagartinha com a minha mão, viajei no avião!!! Voltei a ser criança com muita emoção e com os olhos cheios de lágrimas!!
Quantas crianças possuem hoje a chance dessas experiências maravilhosas?
Que bom o Pedro teve essa oportunidade que sei ele vai levar para o resto da vida com muito orgulho e saudade!
Um grande beijo já com um aperto no meu coração em saber que nós não poderemos mais partilhar esses maravilhosos momentos no ano que vem.
O ano nem acabou e as saudades já estão chegando!!!
Um belo passeio amanhã e uma enorme farra na sexta.
Achei muito interessante a palestra, mesmo me sentindo meio um "peixe fora d´água" dentro do modelo de paternidade/maternidade que você colocou lá.
Eu até pensei em dar meu depoimento, mas além da timidez também tem o receio de pensamentos do tipo "essa aí se acha". Mas o fato é que a minha ficha sobre as coisas que você falou na palestra já caiu faz tempo. Eu explico:
Quando a Luiza tinha 2 anos eu era uma executiva-fodona do mercado financeiro. Meu trabalho era procurar no mundo as melhores oportunidades de investimento que existiam, de preferência com o menor risco.
Nesse período eu sofri um abortamento espontâneo e me chocou perceber que eu sabiar tudo sobre o que estava acontecendo na Turquia ou na China e nada sobre o que estava acontecendo na minha barriga, ou na minha casa.
Eu me toquei também que os filhos dos meus colegas eram o exemplo das crianças que eu não queria que as minhas filhas se tornassem. Uma história que exemplifica isso. A filha do meu chefe, então com 7 anos, foi convidada para ser dama de honra da nossa secretária. Dai a secretária foi explicar que ela não reparasse, mas que ela iria para a Igreja em um carro popular. No que a menina respondeu: "Eu não ligo não, meu pai também tem um carro popular para usar nos dias que tem rodízio". E a secretária perguntou "ah é, que carro é?" e a menina "um Classe A, básico".
Veja eu não queria que as minhas filhas crescessem em um ambientem em que mercedes Classe A é carro popular, que TODO mundo tem DVD no carro, que cada criança precisa da sua babá individual...Ou seja, queria que elas vivessem no mundo real e não na Disneylandia.
Foi então que eu resolvi parar tudo e repensar a minha vida. E nessa busca interior eu optei pela Medicina. Assim aprenderia mais sobre o que estava acontecendo na minha barriga, poderia entender o que é e o que não é importante na saúde das crianças. Teria menos dinheiro, mas mais tempo e mais conhecimento sobre os assuntos fundamentais.
Hoje saí da Disneylandia e caí no hospital público, como Interna, que é a base da cadeia alimentar dentro de um hospital. É um excercício de humildade para quem já foi vice-presidente de banco, receber ordens de residentes recém-formados que se acham deuses reencarnados. Mas é maravilhoso. A cada criança, ou adulto que é curada, a cada diagnóstico que eu ajudo a fazer. A cada vez que eu sei exatamente como proceder se as meninas estão com febre ou vômito eu vejo que está valendo a pena!
Em casa não tem essa de compra-compra, privilegiamos passeios que acrescentem algo para as meninas, mas o que gostamos mesmo é de mexer na terra, brincar de esconde-esconde de abraço e riscar a calçada com giz.
Fora isso eu acredito que EDUCAR seja função exclusiva e intransferível dos pais. E cabe a eles escolher uma escola que endosse e não conflite com os valores que eles possuem. Então a escola é parceira e não substituta dos pais.
Ah, por fim, estou na luta para escolher a escola da Luiza ano que vem. Fui ao Ágora e semana que vem vou ao Rio Branco e ainda faltam umas 3 ou 4 que eu quero conhecer. Nossa é uma decisão difícil. Mas tenho certeza que conseguiremos acertar.
- Nossafilha, que legal! A mamãe não sabia disso! E você sabe o que, que é um auto retrato.
- Sei, ela pintou ela mesma.
Nesse momento não cabia em mim de tanto orgulho. Fiquei muito feliz e emocionada em perceber o quanto minha filha está crescendo e aprendendo, a ponto de me ensinar, já que eu não conhecia essas duas obras da Tarsila do Amaral. E todo aquele conhecimento mexeu com ela, pois ela me contou o que havia aprendido e sabemos que nem sempre as crianças nos contam tudo.
Quando conheci a Kid’s Home pela primeira vez meu coração bateu mais forte. Fui conhecer uma outra escola, mas a minha decisão já estava tomada. Tudo meencantou: a proposta, o espaço, as pessoas, e o meu “feeling”, que eu costumo levar muito em conta, já havia me apontado o caminho. Escolher a Kid’s Home foi um acerto, a Larissa está super adaptada e se desenvolvendo muito bem. Eu e o Roberto nos sentimos seguros e acolhidos. Ainda bem que segui minha intuição!
Obrigada por tudo e contem sempre comigo.
Cátia, obrigada pelo sorriso todas as manhãs, pelo interesse sincero e por me ouvir sempre. Lilly, obrigada por ser uma professora atenta e carinhosa e pelo relatório tão minucioso e honesto.
Escrevo esse email para transmitir a você e a toda sua equipe nossa impressão, minha e da Renata, sobre a reunião de ontem a noite.
Em primeiro lugar ficamos surpresos pela quantidade de pessoas presentes , reflexo do trabalho que vocês estão desenvolvendo e que se traduz em "clientes" , ou seja mais alunos , a escola está crescendo e isso é muito legal de observar, Parabéns !
Sobre o conteúdo apresentado , seremos repetitivos, mas nesse caso vale a pena ser.Ouvir suas palavras é sempre muito bom para nós , sempre aprendemos algo novo ou recordamos algo que ficou escondido em algum lugar e que vale a pena relembrar. Além de todo o conteúdo discutido seus "speechs" são sempre acompanhados de muita doçura sem perder o foco ( ai de se endurecer sem perder la ternura ) , é um privilégio te ouvir.
Mas o que realmente nos chamou a atenção , foi o grupo da Kid's . Trabalho com formação e gerenciamento de equipes, e modéstia à parte gosto e conheço do assunto , e sei quando estou diante de uma equipe de feras. E foi exatamente essa a sensação com a qual saímos da Kid's ontem.
Sua equipe está de PARABÉNS, com letras maiúsculas mesmo , ficamos muito felizes de perceber como algumas pessoas da equipe amadureceram como profissionais. Poderíamos mencionar o nome de várias pessoas mas estaríamos sendo injustos com as demais então democratizamos os elogios para todas.
Mas ( Ká ) entre nós, rsrsrsrsr , a Cátia ( é com K ? ) é uma pessoa e uma profissional especial , assim como Renata , Bety , Lili , enfim todas.
Dizem que uma equipe é reflexo do seu líder , por esse motivo lhe digo sem medo de errar , sua equipe hoje é a sua cara e é uma equipe de FERAS !!!!!!!!!!!!
Parabéns e que vocês continuem tendo muito sucesso em seus projetos.